Apuração Projetada
Brancos, nulos e abstenção
Carregando a referência oficial do primeiro turno…
Brasil por estado
As faixas verticais azuis e vermelhas ocupam áreas proporcionais ao percentual de votos de cada candidato no estado. Dentro de cada cor, escuro = apurado e claro = projeção. Passe o cursor ou selecione o estado para conferir os percentuais. As faixas não localizam votos dentro do território.
Cada cidade, sua projeção
Cidade concluída: somente votos recebidos. Cidade pendente: projeção com seu próprio perfil do primeiro turno. Cidade parcial: restante estimado pelo eleitorado das seções pendentes; quando esse dado falta, usamos a proporção de seções.
O ritmo de cada região
Primeiro turno e metodologia
Visão geral e transferências usam a base do 1º turno. A apuração do 2º turno está no painel acima.
Visão geral do primeiro turno
Dados históricos de referência. Estes números não representam a apuração do segundo turno.
Aguardando arquivo do TSE
Resultado oficial • território selecionado
Fora do denominador dos votos válidos
Eleitores das seções já totalizadas
Resultado oficial
A apuração começa pela fonte.
Consulte o TSE ou importe um arquivo de resultado para acompanhar os votos.
Para onde os votos
podem ir?
As matrizes de Quaest e AtlasIntel aplicadas à votação oficial, com cada hipótese à vista.
Base oficial
Carregar o resultado final do primeiro turno.
Matrizes verificadas
Conferir as tabelas por candidato de origem.
Cenários comparáveis
Calcular cada instituto e avaliar as diferenças.
Transferência de votos
Transferência de votos
Escolha os finalistas e preencha a matriz de cada instituto. A base é o conjunto de votos válidos do primeiro turno no território selecionado.
A e B seguem os finalistas escolhidos. Preserve os agrupamentos de destinos da fonte, usando o formato correspondente. Campo vazio significa informação ausente. Preencha 0 apenas se a fonte permitir afirmar zero.
| Origem no 1º turno | Votos oficiais | A % | B % | Branco/nulo % | Indeciso % | Abstenção % | Soma |
|---|
Importe o primeiro turno para habilitar as origens.
Como ler o cenário
O percentual entre A e B considera apenas os votos atribuídos aos dois. Quando identificados separadamente pela fonte, indecisos ficam sem destino e não são redistribuídos. Categorias conjuntas permanecem agregadas. A projeção abrange somente quem votou validamente no primeiro turno; não incorpora novos comparecimentos, os que se abstiveram nem os votos brancos e nulos daquele turno. Aplicar uma matriz nacional a uma UF é uma hipótese de homogeneidade, não uma estimativa regional da pesquisa. A diferença entre institutos não constitui margem de erro.
Atualização dos dados
O segundo turno é consultado automaticamente a cada 60 segundos, com esta página aberta, a partir de domingo, 25/10, às 17h (Brasília). As consultas automáticas param quando todos os municípios e unidades do exterior da base estiverem concluídos, conforme os arquivos oficiais recebidos.
Central de dados
Uma origem identificável.
Consulta direta aos arquivos públicos oficiais. A conexão será considerada validada somente após resposta compatível com eleição, turno, cargo e território.
Conexão de produção ainda não validada.
O painel principal utiliza coleta municipal centralizada. A importação abaixo serve para conferência e análise de arquivos oficiais.
Documentação oficial do TSE ↗Carregar dados
Importe um arquivo JSON EA20 oficial de 2026 ou restaure uma sessão exportada deste painel.
Dados desta sessão
Os dados e as matrizes são guardados neste navegador. Exporte a sessão para transportar a configuração ou manter uma cópia.
Rastreabilidade
| Origem | Território | Turno | Geração na fonte | ID de geração | Recebimento |
|---|
Metodologia
Como ler este estágio do painel
Retenção de 98% dos finalistas e média nacional de transferência por candidato de origem, com peso de 50% para Quaest e AtlasIntel. As respostas restantes ficam sem voto atribuído. No modo oficial, a base é municipal: cada cidade usa seus votos do primeiro turno e os votos recebidos do segundo. Dentro de uma cidade parcial, a projeção restante usa a proporção de eleitorado ainda não totalizado, quando disponível; a proporção de seções é usada como alternativa. O modelo não identifica quais seções faltam.
A coleta municipal é centralizada e preserva a última geração recebida. Atualizações anteriores e conflitantes são recusadas; correções posteriores do TSE são registradas. Os arquivos municipais podem ter horários diferentes, e sua soma pode diferir temporariamente da totalização nacional do TSE. A atualização automática consulta o servidor enquanto a página estiver aberta.
Como chegamos à projeção
A leitura combina os votos oficiais já divulgados pelo TSE com uma estimativa dos votos que ainda faltam. Conforme cada município avança, os votos recebidos substituem sua parcela projetada.
1. Cada cidade tem sua própria base
Utilizamos a votação presidencial do primeiro turno por município, consolidada a partir dos arquivos oficiais por seção. UF e código do município identificam cada localidade. A base inclui o exterior e foi reconciliada com os totais estaduais do TSE.
2. Retenção e transferência dos votos
Adotamos a premissa de que 98% dos votos de primeiro turno de cada finalista permanecem com ele. Os outros 2% ficam sem voto atribuído. Para os candidatos eliminados, usamos a média das transferências por candidato de origem de Quaest e AtlasIntel, com peso de 50% para cada instituto. Percentuais gerais de intenção de voto não entram no cálculo. Respostas sem destino permanecem sem atribuição aos finalistas.
As referências do modelo são o relatório Quaest 1410 e o levantamento AtlasIntel divulgado em 19/10. Não os apresentamos como as duas rodadas mais recentes. Os destinos não atribuídos foram agrupados para comparação; o arredondamento publicado de 100,1% na linha de Cury da Atlas foi normalizado proporcionalmente.
3. O que acontece quando chegam resultados
Uma cidade concluída passa a contribuir apenas com seus votos oficiais. Uma cidade sem resultado mantém sua projeção integral. Em uma cidade parcialmente apurada, somamos os votos oficiais à estimativa do eleitorado que ainda falta totalizar. Quando os dados de eleitorado não estão disponíveis, a proporção de seções é uma aproximação.
Conciliação com o consolidado nacional
No total nacional, os votos oficiais do consolidado do TSE substituem integralmente a soma dos votos oficiais municipais. Eles nunca são somados duas vezes. Se o consolidado estiver adiantado, reduzimos o volume municipal ainda projetado pela razão entre a fração nacional e a fração municipal de eleitorado pendente. A composição estimada desse restante é preservada. Isso supõe que o eleitorado adicional sem localização tenha, em média, o perfil do conjunto ainda pendente; não identifica onde esses votos foram apurados. Os recortes municipais e estaduais continuam usando os próprios arquivos locais e podem diferir temporariamente da projeção nacional. A 100% da totalização nacional, a estimativa restante é zerada e o painel mostra apenas o resultado oficial. Se as gerações das fontes forem incompatíveis, os votos oficiais permanecem visíveis e a estimativa nacional aguarda conciliação.
Entenda a calibração
Em formação. Aguardando
Calibração aguardando os resultados de cada território.
4. Calibração conforme chegam votos
A projeção dos votos restantes se ajusta gradualmente aos desvios observados no próprio território. Comparamos a participação efetiva de Lula nos votos dos dois finalistas com a participação que a base inicial esperava para os mesmos municípios. Esse desvio alimenta um ajuste na UF; uma cidade parcialmente apurada também recebe um ajuste local. Flávio recebe o deslocamento percentual oposto. Os votos oficiais recebidos não são alterados.
Para evitar que poucos votos provoquem saltos, a calibração usa pesos graduais: a UF começa a contribuir com pelo menos três municípios e mil votos, com regularização equivalente a 1 milhão de votos e crescimento até oito municípios. O ajuste local começa em 500 votos, com regularização de 80 mil votos e peso proporcional ao avanço da cidade. O deslocamento total fica limitado a cinco pontos percentuais por município. A correção estadual é uma média ponderada entre a base inicial e o sinal observado nos mesmos municípios: o peso desse sinal é multiplicado pela fração do eleitorado estadual coberta pelos arquivos municipais com votos recebidos. Com 5% de cobertura, entra somente 5% da correção estadual previamente regularizada; os outros 95% permanecem na base inicial. O denominador inclui todos os municípios da UF, inclusive os ainda sem votos recebidos. Sem eleitorado disponível, usamos os votos estimados da base municipal como peso e a proporção de seções como avanço. O ajuste local continua restrito à própria cidade. Essa escolha reduz a reação da calibração com pouca evidência, mas não demonstra maior precisão preditiva e não constitui margem de erro estatística. Os votos oficiais continuam entrando integralmente a cada atualização. O índice municipal passa a avaliar as previsões desta versão, sem misturar os resultados da calibração anterior. O volume estimado de votos restantes é preservado; a calibração ajusta a divisão entre os finalistas, sem prever alterações de comparecimento.
5. O índice de acerto
O índice compara a previsão municipal com a participação efetiva dos novos votos recebidos de cada município. Ele não mede a precisão da conciliação agregada nem a precisão da projeção nacional. Usamos uma previsão registrada antes do horário de geração do arquivo do TSE; uma atualização já conhecida não é usada para medir retroativamente o próprio acerto. Os checkpoints são guardados no servidor, e recarregar a página não reinicia a avaliação.
Índice de acerto = 100 − erro médio.
Por exemplo, um erro médio de 2 pontos percentuais corresponde a índice de acerto de 98%, em uma escala descritiva de aderência. O índice é a pontuação 100 menos o desvio médio em pontos percentuais; não representa uma taxa estatística de acertos. É uma escala descritiva de aderência, não a porcentagem de eleitores cujo voto foi previsto corretamente. O índice só recebe um valor depois de ao menos 10 mil votos avaliados em três municípios. Lotes sem previsão anterior elegível não entram. Correções do TSE invalidam a avaliação anterior do município afetado, e as exclusões são informadas. Os lotes recebidos podem não representar os territórios pendentes; por isso, o índice não garante acerto final nem funciona como intervalo de confiança.
6. Como ler as cores
Azul representa Flávio; vermelho representa Lula. O tom escuro mostra votos oficiais recebidos e o tom claro mostra a parcela projetada. O comprimento das barras e as áreas coloridas dos estados são proporcionais aos votos atribuídos aos dois finalistas. O percentual de seções apuradas é informado separadamente.
Brancos, nulos e abstenção: comparação oficial
Este quadro não contém projeções. A primeira linha mostra os números finais do primeiro turno no território identificado. A segunda soma apenas os arquivos municipais oficiais de segundo turno já recebidos e validados. Locais sem arquivo ou sem os campos de participação ficam fora da parcial, sem preenchimento por estimativa. Antes de receber votos, exibimos “Aguardando TSE”, sem percentual fictício de zero.
Brancos e nulos são divididos pelo total de votos depositados para presidente nos arquivos recebidos. A abstenção é dividida pelo eleitorado das seções já totalizadas, informado no EA20 como e.est, e não pelo eleitorado inteiro dos municípios ou do país durante a parcial. Numeradores e denominadores são somados antes de calcular os percentuais; não fazemos média simples das taxas municipais.
O primeiro turno vem do detalhe oficial por município/zona e foi reconciliado por UF. A segunda linha usa somente o segundo turno. A comparação nacional inclui o exterior; cada região e cada estado têm seu próprio recorte. Os detalhes regionais e estaduais abrem em “Comparar os turnos”. Informamos a cobertura da segunda linha, que pode ser menor que a cobertura dos votos dos candidatos se faltarem campos de participação.
A tabela em cinza mostra somente dados oficiais, identificados por turno, com uma coluna de percentual das seções apuradas. O primeiro turno completo e o segundo parcial podem conter composições territoriais diferentes. Por isso, não exibimos setas, diferença percentual ou sinal de tendência. As regiões que chegam primeiro podem alterar bastante as taxas da parcial. Os registros de seções não instaladas são preservados sem serem classificados como abstenção. Os 2% sem destino dos finalistas não entram em brancos/nulos ou abstenção. O índice de acerto continua avaliando apenas a projeção entre os dois candidatos.
7. Atualizações e limites
O consolidado nacional e os consolidados de cada uma das 27 UFs e do exterior são consultados separadamente a cada 60 segundos, sem esperar a coleta dos arquivos municipais. O mapa, o detalhamento estadual e as regiões incorporam os votos oficiais estaduais completos já recebidos. A fonte e a geração aparecem no detalhamento. Se uma fonte falhar, preservamos a última leitura confirmada e informamos o atraso. Quando a soma municipal estiver à frente de um consolidado estadual defasado no TSE, preservamos os dados municipais mais recentes e identificamos a sincronização pendente. A projeção nacional pode usar consolidados estaduais compatíveis com a geração nacional para localizar o avanço; gerações incompatíveis não são somadas ao nacional. As cidades continuam exibindo somente seus próprios arquivos oficiais.
A consulta automática do segundo turno começa em 25/10/2026, às 17h (Brasília), a cada 60 segundos enquanto o painel estiver aberto. Antes desse horário não há consulta automática de resultados. Cada consolidado deixa de ser consultado quando atingir exatamente 100% das seções totalizadas. Com o consolidado nacional em 100%, a coleta municipal também é encerrada e os arquivos já recebidos são preservados. Reabrir o painel ou usar a consulta manual não reinicia consultas ao TSE para os consolidados concluídos. A chegada dos arquivos depende da publicação e sincronização do TSE. Municípios podem ter horários de geração diferentes; por isso, sua soma pode diferir temporariamente do total nacional publicado. Arquivos anteriores ou conflitantes são recusados, e uma falha não apaga os últimos votos recebidos.
A conciliação nacional usa também o acompanhamento municipal EA15 do TSE: o eleitorado já apurado de cada cidade reduz apenas sua própria estimativa restante, sem inventar votos de candidatos. Quando o acompanhamento está à frente do consolidado nacional, o avanço adicional é limitado proporcionalmente ao eleitorado apurado nacionalmente. Se faltar localização atualizada, a parcela residual recebe ajuste agregado provisório, indicado junto à projeção. Dentro de uma cidade parcial, ainda estimamos as seções pendentes pelo perfil municipal do primeiro turno. Não identificamos exatamente quais seções faltam. O modelo não prevê novas participações, mudanças de abstenção nem o comportamento individual do eleitor. Os percentuais são condicionais aos votos atribuídos aos dois finalistas: não são probabilidade de vitória nem declaração de vencedor.
O painel acompanha a divulgação oficial do TSE. Não realiza uma totalização independente dos boletins de urna nem verificação criptográfica JWS.
Consultar a documentação oficial do TSE ↗